Por: Everton Marcos
Grison
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| Fonte: Web |
“O esporte é
um filho do progresso,
e já
contribui por conta própria
para a
imbecilização da família”[1]
São muitas
as questões que envolvem o assunto Copa do Mundo FIFA no Brasil. Entre os muitos
pontos a serem debatidos, nesta reflexão, optamos por centrar o esforço no tema
do cordão de isolamento que será erigido nas proximidades dos estádios.
Focaremos no caso de Curitiba, mas, a regra do “muito para poucos” parece
repetir-se nas outras capitais sedes do evento. Tal cordão de isolamento nos
dias de jogos transferirá ruas, espaços públicos, propriedades privadas e
comércio, para a gestão da FIFA. Isso quer dizer que haverá um espaço de
exceção[2] nesse
período dos jogos.
